A pessoa diz que mandou um presente preso na alfândega e pede dinheiro para liberar. É golpe?
Sim, é um dos roteiros mais antigos do golpe do amor: a pessoa diz que enviou uma caixa com presentes, joias ou até dinheiro, e um "agente" ou "despachante" liga pedindo uma taxa para liberar. A caixa não existe e a taxa vai para o golpista.
Para dar credibilidade, aparece um site de transportadora falso com código de rastreio, e-mails com logotipo e até ligações de alguém se passando pela Receita. Depois da primeira taxa vêm outras: seguro, multa, "certificado antiterrorismo".
Sinais de alerta
- Ninguém manda dinheiro vivo em caixa pelo correio.
- A transportadora não aparece no Google ou tem site criado há poucos dias.
- A taxa deve ser paga por Pix para uma pessoa física, não para um órgão.
- Pressa e ameaça: "a caixa será destruída hoje".
- Não pague nada. Se existisse, a Receita Federal cobraria pelo site oficial dos Correios, não por Pix de terceiro.
Perguntas frequentes
- Já paguei a primeira taxa. Vale pagar a segunda para não perder a primeira?
- Não. Cada pagamento gera um novo pedido. Pare agora, fale com o banco e registre boletim de ocorrência.
Quer saber se há sinais de alerta sobre a pessoa com quem você está falando? A Veritaza verifica as fotos, as mensagens, o número, o e-mail, o nome e o documento – por R$ 37.
Verificar uma pessoa